O brasileiro que inventou o Walkman antes da Sony
Brasil que Ninguém Conta, 71 segundos
Isso é verdade?
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Um brasileiro inventou o Walkman antes da Sony
Verdadeiro
O teuto-brasileiro Andreas Pavel criou o Stereobelt e registrou a patente na Itália em 1977, dois anos antes do lançamento do Walkman em 1979. Após mais de duas décadas de disputa, a Sony fechou acordo com ele em 2004.
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A Sony roubou a invenção do Walkman de Andreas Pavel
Não confirmado
O acordo de 2004 foi extrajudicial e com cláusula de confidencialidade, e o reconhecimento é do conceito de áudio pessoal portátil. Nenhuma decisão judicial estabeleceu cópia. Atenção também à data: várias fontes em português erram dizendo 1972 — a patente italiana é de 1977.
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O que aconteceu
Anos 70, São Paulo: o teuto-brasileiro Andreas Pavel cria o "Stereobelt" — um tocador portátil ligado a fones de ouvido. Registra a patente na Itália em 1977, dois anos antes do lançamento do Walkman pela Sony (1979). As fabricantes recusaram a ideia, dizendo que ninguém andaria na rua de fones. Após mais de duas décadas de disputa, a Sony fechou acordo com ele em 2004.
O detalhe que fecha a história
Detalhe: o primeiro Walkman tinha DUAS saídas de fone — a Sony achava que ouvir música sozinho na rua seria antissocial demais. Você imaginava que essa ideia tinha origem brasileira? 🎧
As imagens, e de onde vieram
18 pranchas. Todas em domínio público ou Creative Commons, com autoria registrada — é o mesmo material que aparece no vídeo.
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 4.0
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 2.0
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 2.0
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 2.0
via Wikimedia CommonsCC BY 2.0
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 4.0
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 4.0
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via Wikimedia CommonsCC BY-SA 2.0
via Wikimedia CommonsPublic domain
via Wikimedia CommonsCC BY 2.0
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 2.0
via Wikimedia CommonsPublic domain
via Wikimedia CommonsPublic domain
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 4.0
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 4.0
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 2.0
via Wikimedia CommonsCC BY-SA 2.0
Créditos e licenças
Atribuição exigida pelas licenças das imagens e da trilha, como consta no arquivo de publicação do episódio.
Música: "Lightless Dawn" Kevin MacLeod (incompetech.com), CC BY 4.0
Imagens: Sony Walkman TPS-L2 (CC BY-SA 4.0 / CC BY 2.0), São Paulo vista aérea (CC BY-SA 2.0), fita Sony "Stowaway" (CC BY-SA 2.0), corredor com fones (CC BY-SA 2.0), mapa-múndi (CC BY-SA 4.0) — via Wikimedia Commons
Fontes
- Wikipedia (Stereobelt / Andreas Pavel)
- Adweek
Material
Notas de produção (1)
- O roteiro afirma que Pavel "registra a patente em 1977" e que "a Sony fecha um acordo com ele em 2004" — ambos verificados. O roteiro NÃO afirma que "a Sony roubou a invenção": o acordo de 2004 foi extrajudicial, com cláusula de confidencialidade, e o reconhecimento é do CONCEITO de áudio pessoal portátil. Atenção também à data: várias fontes populares em português erram dizendo "1972" — a patente italiana é de 1977.
As palavras exatas do vídeo
A ideia de ouvir música andando na rua nasceu no Brasil. Anos setenta. Andreas Pavel mora em São Paulo. Ele é teuto-brasileiro, morador da cidade e apaixonado por música. Naquela época, ouvir música era coisa de ficar parado em casa. Até que ele tem uma ideia simples e revolucionária. Pavel então cria o Stereobelt: um tocador portátil ligado a fones. Em mil novecentos e setenta e sete, registra a patente na Itália. Depois protege a invenção em mais quatro países diferentes. Ele procura várias fabricantes de eletrônicos. Todas recusam. Diziam que ninguém andaria na rua usando fones de ouvido. Dois anos depois, em setenta e nove, a Sony lança o Walkman. O aparelho vira uma febre mundial quase que imediatamente. Pavel então entra na Justiça pedindo reconhecimento pela ideia. A disputa judicial se arrasta por mais de duas décadas. Em dois mil e quatro, a Sony fecha um acordo com ele. O brasileiro passa a ser reconhecido como criador do conceito. Hoje, todo fone de ouvido na rua carrega um pouco dessa ideia. Essa é a série Brasil que Ninguém Conta. Segue o Curta a História para não perder a próxima.
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