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A cidade que DANÇOU até a morte (1518)

Mortes Bizarras, 76 segundos

Isso é verdade?

  • Em 1518, centenas de pessoas dançaram até a morte em Estrasburgo

    Impreciso

    A epidemia de dança está documentada: começou com Frau Troffea e envolveu centenas de pessoas, e os médicos da época receitaram mais dança. Mas as mortes — 'até quinze por dia' — vêm de crônicas posteriores. Os registros contemporâneos não as confirmam.

76 segundos no YouTube. O player é do YouTube e segue as regras dele.

O que aconteceu

Estrasburgo, 1518: Frau Troffea começou a dançar sem parar — e centenas entraram no mesmo transe. A "receita" dos médicos? Mais dança. Crônicas antigas falam em até 15 mortos por dia.

O detalhe que fecha a história

Detalhe que assusta: os registros da época NÃO confirmam as mortes — são as crônicas posteriores que falam em 15 por dia. Você acha que foi veneno no pão ou pura histeria coletiva? 👀

As imagens, e de onde vieram

18 pranchas. Todas em domínio público ou Creative Commons, com autoria registrada — é o mesmo material que aparece no vídeo.

Créditos e licenças

Atribuição exigida pelas licenças das imagens e da trilha, como consta no arquivo de publicação do episódio.

Música: "Lightless Dawn" Kevin MacLeod (incompetech.com), CC BY 4.0

Imagens: Wellcome Collection (CC BY 4.0), Fortepan (CC BY-SA 3.0), H.-P. Haack (CC BY 3.0) — via Wikimedia Commons

Fontes

  1. Wikipedia (Dancing plague of 1518)
  2. Britannica
  3. National Geographic

Material

As palavras exatas do vídeo

Uma cidade inteira começa a dançar. E simplesmente não consegue mais parar. Estrasburgo, julho de mil quinhentos e dezoito. Calor, fome e medo. Uma mulher, Frau Troffea, entra na rua estreita. E começa a dançar. Sem música. Sem festa. E sem nenhum motivo aparente. Ela dança por quase uma semana. Desmaia... e continua dançando. Em poucos dias, mais de trinta pessoas dançam junto dela. Semanas depois, relatos contam quatrocentos dançarinos pelas ruas. Ninguém ali está se divertindo. Eles choram, gritam, imploram por socorro. E a receita dos médicos? Mais dança. A cidade contrata músicos. Monta palco. Abre os salões das guildas. O plano fracassa de forma espetacular. A praga se espalha. Crônicas antigas falam em até quinze mortos por dia. Infarto, derrame, pura exaustão. Dançando até o último segundo. O conselho apavorado muda de ideia. Proíbe toda música na cidade. Setembro. Autoridades levam os dançarinos até um santuário na montanha. O santuário de São Vito. E a praga... simplesmente para. A teoria mais aceita hoje: transe coletivo causado por estresse extremo. Essa é a série Mortes Bizarras. Na próxima: a onda gigante... de melaço... que matou vinte e uma pessoas. Segue o Curta a História.

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Um episódio novo por semana, de 40 a 80 segundos, nas quatro plataformas.

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