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A onda de MELAÇO que matou 21 pessoas (1919)

Mortes Bizarras, 73 segundos

Isso é verdade?

  • Uma onda de melaço matou 21 pessoas em Boston

    Verdadeiro

    Em 15 de janeiro de 1919 um tanque com quase 9 milhões de litros de melaço rompeu no North End. A onda chegou a 12 metros e 56 km/h, matou 21 pessoas e feriu 150. O processo que se seguiu redefiniu a responsabilidade civil das empresas nos Estados Unidos.

73 segundos no YouTube. O player é do YouTube e segue as regras dele.

O que aconteceu

Boston, 15 de janeiro de 1919: um tanque com quase 9 milhões de litros de melaço explode e libera uma onda de até 12 metros, a 56 km/h — mais rápido do que qualquer pessoa consegue correr. 21 mortos, 150 feridos, e um processo judicial que redefiniu a responsabilidade das empresas nos EUA.

O detalhe que fecha a história

O cheiro de melaço ficou no ar do North End por DÉCADAS depois do desastre — moradores mais antigos juram que em dias quentes ainda dá pra sentir. Você duvida? 👃

As imagens, e de onde vieram

18 pranchas. Todas em domínio público ou Creative Commons, com autoria registrada — é o mesmo material que aparece no vídeo.

Créditos e licenças

Atribuição exigida pelas licenças das imagens e da trilha, como consta no arquivo de publicação do episódio.

Música: "Lightless Dawn" Kevin MacLeod (incompetech.com), CC BY 4.0

Imagens: MLHalsey (CC BY-SA 3.0), Jacione (CC BY-SA 4.0), City of Boston Archives (CC BY-SA 2.0), John Rostron (CC BY-SA 2.0) — via Wikimedia Commons

Fontes

  1. Wikipedia (Great Molasses Flood)
  2. Boston Globe (arquivo histórico)
  3. History.com

Material

As palavras exatas do vídeo

Uma onda gigante e pegajosa invade as ruas de Boston. Com até doze metros de altura. Boston, quinze de janeiro de mil novecentos e dezenove. Inverno, mas dia quente. Um tanque de aço guarda quase nove milhões de litros de melaço. O tanque vaza há anos. E ninguém conserta. Na hora do almoço, o tanque simplesmente... explode. Uma onda de melaço avança a cinquenta e seis quilômetros por hora. Mais rápido do que qualquer pessoa consegue correr. Ela arranca prédios dos alicerces. E derruba um trem elevado. Pessoas e cavalos ficam presos no melaço espesso. Bombeiros levam dias só para retirar os corpos. A limpeza dura semanas. O porto fica marrom por meses. Resultado final: vinte e uma pessoas mortas. Cento e cinquenta feridas. A empresa dona do tanque culpa um suposto atentado anarquista. Sem nenhuma prova. Em mil novecentos e vinte e cinco, a Justiça decide: foi negligência. O tanque era mal construído. E estava cheio demais. Moradores dizem: em dias quentes, ainda dá pra sentir o cheiro doce. Essa é a série Mortes Bizarras. Na próxima: uma guerra de trezentos e trinta e cinco anos. Sem nenhum tiro disparado. Segue o Curta a História.

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Um episódio novo por semana, de 40 a 80 segundos, nas quatro plataformas.

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